Já tinha um bom tempo que não
remava, então preferi uma remada mais calma e menos puxada, então fui
fazer o que para mim considero como uma expedição, pois ainda não
conhecia um dos principais rios que formam a Guarapiranga.
Iniciei
a remada as 7 horas da manhã, céu parcialmente nublado, sem ventos e
com uma temperatura muito agradável, assim comecei este sábado as
margens da Guarapiranga.
Mas
isso não foi o suficiente para me desanimar, pelo contrário!!! após
13.3 km percorrida em 2:29h me dei por satisfeito, por uma natureza tão
exuberante dentro de São Paulo.
Quem quiser fazer companhia na próxima aventura é só chamar +11 98025-5515
No meio das negociações para A PESCARIA, no feriado do dia 15 de
novembro em Ubatuba com amigão Zé Henrique, não aguentamos a ansiedade e
partimos com as patroas para o Guarujá, mesmo com a previsão de tempo
instável e lestadas de mais de 15 nós, não nos deixamos nos abater pela
previsão do tempo e fomos assim mesmo.
Mar muito pequeno, estimo
no máximo 80-90 cm de ondas, mas muito mexido pela lestada que incomodou
durante todo fds, entramos na água por volta das 16:30h da sexta.
Começamos
pinchando pela costeira, até que consegui dois robalos, sendo um de
medida (peva de uns 35-38cm), mas o outro era muito pequeno, ambos na yo
zuri 3d minow branca, e como água estava muito limpa, dava para ver a
tricaiada perseguindo a isca, e com certo apetite que daria para
investir mais, mas eu queria tentar a sorte no jig e camarão morto para
ver se conseguia uma bela corvina, mas só entravam micholas e uma ou
outra cocoroca....
Como estava muito fraco na bahia, resolvi ir
em direção ao parcel do pereque, mas ao me aproximar dava para ver água
quebrando no parcel e as traineiras partindo do ponto, sinal que a
pescaria estava fraca e o mar não queria contribuir com a permanecia dos
pescadores por lá.
Neste momento pude observar uma cena que
repetidas vezes e sem exceção me encanta todas as vezes, são as
tempestades em alto mar, lá pela região da Ilha de Alcatrazes estava uma
tormenta, mas ao sul da ilha aqueles lindos fachos de luz do sol, no
meio deste transe o companheiro Zé Henrique chama no rádio para fugirmos
da tormenta antes que ela nos alcançasse.
Na volta ainda peguei
um grande, a varinha de 20lbs de carbono maçico até bebeu água, seria o
troféu do dia, mas definitivamente o dia não era do pescador e o pescado
levou a vantagem, se soltando sem ao menos dar a cara para nós...
(Depois o Zé coloca a foto).
seguem alguns videos, sem nenhuma edição, mas da para a galera ver como o mar estava chato pra remar.
No
sábado ainda pescamos na praia da enseada, sem caiaques, mas foi muito
bom e até certo ponto produtivo brincar com carapicus, carapaus e
paratis com uma vara telescopica lisa e água até a barriga/peito a cada
peixe fisgado as crianças gritavam como uma torcida organizada, para o
peixe obviamente... mas era contagiante a alegria!!!