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domingo, 4 de novembro de 2012

Pescaria de Caiaque no Perequê Guarujá


No meio das negociações para A PESCARIA, no feriado do dia 15 de novembro em Ubatuba com amigão Zé Henrique, não aguentamos a ansiedade e partimos com as patroas para o Guarujá, mesmo com a previsão de tempo instável e lestadas de mais de 15 nós, não nos deixamos nos abater pela previsão do tempo e fomos assim mesmo.

Mar muito pequeno, estimo no máximo 80-90 cm de ondas, mas muito mexido pela lestada que incomodou durante todo fds, entramos na água por volta das 16:30h da sexta.

Começamos pinchando pela costeira, até que consegui dois robalos, sendo um de medida (peva de uns 35-38cm), mas o outro era muito pequeno, ambos na yo zuri 3d minow branca, e como água estava muito limpa, dava para ver a tricaiada perseguindo a isca, e com certo apetite que daria para investir mais, mas eu queria tentar a sorte no jig e camarão morto para ver se conseguia uma bela corvina, mas só entravam micholas e uma ou outra cocoroca....

Como estava muito fraco na bahia, resolvi ir em direção ao parcel do pereque, mas ao me aproximar dava para ver água quebrando no parcel e as traineiras partindo do ponto, sinal que a pescaria estava fraca e o mar não queria contribuir com a permanecia dos pescadores por lá.

Neste momento pude observar uma cena que repetidas vezes e sem exceção me encanta todas as vezes, são as tempestades em alto mar, lá pela região da Ilha de Alcatrazes estava uma tormenta, mas ao sul da ilha aqueles lindos fachos de luz do sol, no meio deste transe o companheiro Zé Henrique chama no rádio para fugirmos da tormenta antes que ela nos alcançasse.

Na volta ainda peguei um grande, a varinha de 20lbs de carbono maçico até bebeu água, seria o troféu do dia, mas definitivamente o dia não era do pescador e o pescado levou a vantagem, se soltando sem ao menos dar a cara para nós... (Depois o Zé coloca a foto).


seguem alguns videos, sem nenhuma edição, mas da para a galera ver como o mar estava chato pra remar.
















No sábado ainda pescamos na praia da enseada, sem caiaques, mas foi muito bom e até certo ponto produtivo brincar com carapicus, carapaus e paratis com uma vara telescopica lisa e água até a barriga/peito a cada peixe fisgado as crianças gritavam como uma torcida organizada, para o peixe obviamente... mas era contagiante a alegria!!!


Enfim valeu o passeio!!

sábado, 1 de outubro de 2011

Casqueiro Eiro No Limits

Cubatão, 01 de outubro de 2011




Pessoal,

Previsão do tempo era de mar muito calmo, muito calmo mesmo!! isso incentivou fazer uma pescaria que costumamos chamar entre o grupo de amigos de Casqueiro Eiro No Limits, pois ultrapassamos o limites do Casqueiro e vamos até o Saco do Major (Guarujá). Isso tudo com o super motor de incríveis 15 HP.

Só que como já diz o ditado, mar muito calmo não da muito certo e ainda com véspera de entrada de frente fria, barometro ficando louco, mas deu para relaxar um pouco e até dar umas pinchadas no visual!!


O 36 - Vulgo Canoa Furada


Fotografo: Delgado


Parceiro Maurício Hu


Fotografo: Delgado


Só deu uns canguas no Parcel do Bilú, mas a miudeza não valia nem a foto!! mas o bicho é gostoso demais para comer!


Fotografo: Delgado


Partimos para o Clube de Pesca, mas só estava saindo micholas


Fotografo: Maurício


e micro corvinas



Jiga, Jiga, come uma amendoa, jiga, jiga... ouve o barulho do mar e os pássaros a cantar






Como estava fraco resolvemos tomar um cervejinha


Fotografo: Maurício



Fotografo: Delgado


Aceita uma??


Fotografo: Delgado


E como já é tradição, sempre após um gole da bendita cerveja saiu um peixinho


Fotografo: Delgado


A água estava bem limpa até que percebi a aproximação de um cardume de robalinhos, rapidamente troquei de vara e comecei a pinchar com um X-RAP de 8cm Clow e foi muito emociante, pois a cada arremesso eles vinham perseguindo a isca, até que acertei o trabalho na paradinha


Fotografo: Maurício


Voltamos para o Porto, pois o tempo já estava esfriando muito


Fotografo: Maurício

mas só estava saindo bagres e olha que já pegamos muitos robalinhos por ali


Fotografo: Maurício

as vezes saia alguma corvininha


Fotografo: Maurício


Os baiacus também estavam atacados!! quando não roubavam o anzol era por causa do tamanho


Fotografo: Maurício


Entrou um peixinho que chamo de sardinha, mas não sei o nome


Fotografo: Maurício


Subimos lá pelas bandas do Rio Branco, foi uma pescaria farta, mas faltou tamanho!!


Fotografo: Maurício


Fotografo: Maurício



Fotografo: Maurício


A pescaria estava tão difícil que deu espada com anzol raspando o fundo


Fotografo: Maurício


Filhotinho de Xaréu


Fotografo: Maurício


Robalinho


Fotografo: Maurício


Corvinha novamente


Fotografo: Maurício



Até a próxima